<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>ABCTec - Tecnologia em Segurança da Informação</title>
	<atom:link href="http://www.abctec.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.abctec.com.br</link>
	<description>ABCTec - Tecnologia em Segurança da Informação</description>
	<lastBuildDate>Mon, 13 Feb 2012 13:14:05 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Não aprendemos nem com a dor</title>
		<link>http://www.abctec.com.br/nao-aprendemos-nem-com-a-dor/</link>
		<comments>http://www.abctec.com.br/nao-aprendemos-nem-com-a-dor/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 11:52:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação ABCTec</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.abctec.com.br/?p=1488</guid>
		<description><![CDATA[Na noite de 25 de janeiro, mais de 20 vidas foram abruptamente encerradas em um desabamento que deixou não somente os cariocas, mas todo o país estarrecido, a cada dia que chegavam novas informações e imagens, dando uma maior dimensão da tragédia. Se a tragédia em si, com a morte destas pessoas já não fosse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center">Na noite de 25 de janeiro, mais de 20 vidas foram abruptamente encerradas em um desabamento que deixou não somente os cariocas, mas todo o país estarrecido, a cada dia que chegavam novas informações e imagens, dando uma maior dimensão da tragédia.</p>
<p><a href="http://www.abctec.com.br/wp-content/uploads/2012/02/art_rob_im01.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1490" title="art_rob_im01" src="http://www.abctec.com.br/wp-content/uploads/2012/02/art_rob_im01.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Se a tragédia em si, com a morte destas pessoas já não fosse o suficiente para afetar a vida de diversas famílias, há outra questão que obviamente não é levada ao conhecimento do público de imediato, porém com o passar do tempo e o baixar da poeira, continuará afetando as famílias que perderam seus entes queridos, como também outras pessoas que escaparam deste incidente.</p>
<p>Estou falando sobre as diversas empresas que literalmente em questão de segundos, deixaram de existir e tantas outras que tiveram suas atividades interrompidas totalmente ou parcialmente por tempo indeterminado, que é o caso, por exemplo, da TO (Tecnologia Organizacional), que paralisou suas atividades no prédio do Rio de Janeiro, mas continua operando na unidade em São Paulo, além de contar com diversos profissionais alocados em seus clientes.</p>
<p>O mesmo acontece com o banco Itaú, que encaminhou os clientes da agência localizada no térreo para outras unidades do banco. No entanto muitas outras empresas simplesmente desapareceram, com todos os seus ativos (computadores, arquivos impressos e eletrônicos, mesas, armários, etc&#8230;) e em alguns casos perderam também ativos de seus clientes. Isso sem falar na vida de seus profissionais.</p>
<p>Para as empresas, as implicações deste desastre vão muito além do prejuízo material, que já é contabilizado pelos empresários entrevistados nos meios de comunicação. Algumas destas empresas estimam em um primeiro momento, prejuízos entre R$ 70.000,00 a R$ 300.000,00, mas obviamente estes valores podem ser maiores, pois há empresas que não possuíam seguro de seus bens. Há também questões como atraso na entrega de projetos aos clientes, problemas com os pagamentos dos funcionários, fornecedores e órgãos do governo e associações, podendo acarretar em juros e multas, caso o credor não crie condições favoráveis em solidariedade às vítimas.</p>
<p>Outras questões que podem não depender da solidariedade de terceiros são referentes aos impactos que os clientes destas empresas sofrerão, devido paralização das atividades, assim como a perda de arquivos impressos e eletrônicos pertencentes aos clientes, pois muitas empresas eram prestadores de serviço e armazenavam informações de seus clientes no local, como é o caso do Grupo Primacy Translations, empresa de tradução que não possuía cópias externas dos documentos impressos e nem dos arquivos eletrônicos armazenados nos computadores. Em entrevista, o empresário lamenta: <em>&#8220;Teremos que entrar em contato com cada um dos clientes e contar com a gentileza deles para nos mandar os documentos novamente e recomeçar as traduções do zero&#8221;</em>.  <em>(Época Negócios: <a href="http://np.epocanegocios.globo.com/Informacao/Dilemas/noticia/2012/01/desabamento-no-rio-perdemos-todo-historico-da-empresa.html">http://np.epocanegocios.globo.com/Informacao/Dilemas/noticia/2012/01/desabamento-no-rio-perdemos-todo-historico-da-empresa.html</a>)</em></p>
<p>Outra empresa que depende da solidariedade de seus parceiros, clientes e fornecedores é a agência de marketing Nuva, que funcionava no 12º andar do Edifício Liberdade com pouco mais de 5 meses de existência, pagando ainda os investimentos como móveis, computadores e documentação. Com a ajuda de um amigo, surgiu uma campanha de doação em um site especializado para que os dois sócios e os cinco funcionários possam reerguer novamente a empresa. Até o momento em que eu redigia este artigo, o site contabilizava para a Nuva cerca de R$ 11.500,00, com uma meta de atingir R$ 20.000,00.</p>
<p>Advogados que possuíam seus escritórios nos prédios atingidos tiveram o apoio da OAB/RJ para que os prazos dos processos destes escritórios fossem suspensos temporariamente pelo Tribunal de Justiça do Rio. Outros escritórios na região, que sofreram intervenção da Defesa Civil também estarão com seus processos suspensos, até a liberação dos imóveis.</p>
<p>Há ainda relatos de pessoas que trabalhavam em escritórios ao lado, em prédios que foram parcialmente atingidos, como o caso do advogado Claudio de Taunay, que estava no 16º andar do edifício vizinho no momento do desabamento: <em>&#8220;Mas no 7º andar a escada já estava destruída pelos escombros do prédio ao lado. Então, eu subi até o terraço com outras 30 pessoas que estavam no prédio. Acenamos e fomos resgatados pelos bombeiros&#8221;</em>. <em>(Portal G1: </em><a href="http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/01/testemunhas-e-sobreviventes-falam-sobre-desabamento-de-predios-no-rj.html"><em>http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/01/testemunhas-e-sobreviventes-falam-sobre-desabamento-de-predios-no-rj.html</em></a><em>)</em><em> </em>O advogado trabalhava numa imobiliária e teve tempo ainda para salvar dois HDs e documentos importantes.</p>
<p>Além destes, há inúmeros outros relatos de empresas e profissionais que inesperadamente tiveram suas rotinas alteradas, de forma que algumas conseguiram manter suas operações em funcionamento, enquanto outras praticamente sumiram.</p>
<p><a href="http://www.abctec.com.br/wp-content/uploads/2012/02/art_rob_im02.jpg"><img class="alignright  wp-image-1492" title="art_rob_im02" src="http://www.abctec.com.br/wp-content/uploads/2012/02/art_rob_im02.jpg" alt="" width="336" height="185" /></a>Essa triste ocorrência nos leva novamente a lembrar dos atentados de 11 de Setembro de 2001, que além de acabarem com milhares de vidas, dezenas de empresas perderam funcionários estratégicos, arquivos eletrônicos, sistemas computadorizados e documentos impressos que jamais puderam ser recuperados.</p>
<p>Houve casos em que empresas preocupadas com as suas informações, chegavam a manter uma cópia dos dados externos, só que armazenadas na outra torre.</p>
<p>Resumo da história: Perderam tudo!</p>
<p><a href="http://www.abctec.com.br/wp-content/uploads/2012/02/art_rob_im03.jpg"><img class=" wp-image-1495 alignleft" title="art_rob_im03" src="http://www.abctec.com.br/wp-content/uploads/2012/02/art_rob_im03.jpg" alt="" width="184" height="240" /></a>E quem não conhece as histórias dos edifícios Andraus e Joelma, na cidade de São Paulo, que no início da década de 70 causaram a morte de centenas de pessoas que trabalhavam nos escritórios de empresas, sendo algumas multinacionais. Inúmeros documentos e projetos foram perdidos em uma época em que se quer o conceito básico de segurança contra incêndios era adotado.</p>
<p>Hoje falar em proteção contra incêndio em ambientes comerciais e industriais é a coisa mais natural do mundo. Ninguém questiona, até por que a lei obriga a adoção de equipamentos de combate ao incêndio, além de treinamentos de brigada e inspeções rotineiras. Pena que para chegar a este ponto, foram necessários anos de prejuízos materiais e infelizmente perda de vidas humanas para que empresas e organizações investissem recursos para prevenção e não somente para correção.</p>
<p>O brasileiro é “doutrinado” a dar um jeitinho em tudo, de ir “cozinhando o galo” até quando não tiver mais jeito pra fazer a coisa certa e muitas vezes a coisa certa só é feita quando afeta o bolso. Ao que tudo indica a reforma realizada em dois andares do prédio, sem a presença de um engenheiro, sem o conhecimento necessário por parte dos operários e sem a devida documentação na prefeitura e no CREA podem ter contribuído para a tragédia. Como não havia responsável e nem documentação, não houve fiscalização dos órgãos competentes.</p>
<p>Se não temos a cultura da prevenção nem para situações que envolvam risco de vida para as pessoas (exceto quando isso afeta o bolso), imagina quando falamos de algo difícil de mensurar como prejuízos com a perda de informações, onde não somente o prejuízo financeiro deve ser estimado, mas também prejuízos de imagem da marca e reputação do negócio.</p>
<p>As razões da grande resistência por parte de alguns empresários e gestores em aumentar os investimentos de segurança vão da falta de conhecimento dos riscos dos quais o negócio está exposto, até casos de prepotência por parte dos responsáveis, que alegam que tais incidentes não fazem parte da realidade da sua empresa. Outro fato que contribui para a baixa adoção de políticas de segurança é a ausência de regulamentações para a maioria dos setores do mercado, com exceção das grandes instituições financeiras.</p>
<p><a href="http://www.abctec.com.br/wp-content/uploads/2012/02/art_rob_im04.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1497" title="art_rob_im04" src="http://www.abctec.com.br/wp-content/uploads/2012/02/art_rob_im04.jpg" alt="" width="305" height="307" /></a>O que todos devem entender é que cada empresa, cada negócio deve ter um mapa dos riscos que a cercam. Não há uma receita de bolo pronta que sirva para todos, pois cada um deve aplicar as medidas corretivas e preventivas de acordo com o impacto e a probabilidade que tal ameaça pode causar ao negócio. Tudo deve ser colocado na balança: Quais são as ameaças ambientais e humanas que podem interferir na continuidade do negócio? Mas antes disso você deve entender qual é o seu negócio.</p>
<p>Infelizmente nesta tragédia, o maior impacto foram as perdas humanas para os amigos e familiares das vítimas, que valor algum em dinheiro poderá recompensar. Mas também devemos nos lembrar destas outras perdas que ainda afetarão a vida dos sobreviventes, familiares e demais pessoas que de forma direta ou indireta dependiam destas empresas para manter o seu sustento e os projetos de suas vidas. Em tempos tão instáveis, com alterações climáticas, crises financeiras, distúrbios populares e negligência por parte de decisões e ações irresponsáveis, ter um Plano de Continuidade do Negócio deveria ser uma obrigação a toda empresa e organização como uma forma de reduzir ao máximo os impactos negativos de um desastre, inclusive para facilitar o apoio aos familiares e demais profissionais dependentes.</p>
<p>Aquele dito popular: <em>“Quem não vem pelo amor, vem pela dor”</em>, parece que não serve aqui no Brasil, pois não estamos aprendendo, nem mesmo com tanta dor em nossa volta.</p>
<p><strong><em>* E hoje (06/02/2012) fomos novamente surpreendidos pelo desabamento de 14 andares de um prédio em nossa cidade de São Bernardo do Campo, repleto de escritórios e consultórios. Infelizmente a história se repete.</em></strong></p>
<p>Artigo escrito por Roberto Henrique de Sousa, Analista de Segurança da ABCTec</p>
<p>Este artigo também está publicado em <a href="http://www.baguete.com.br/artigos/1075/roberto-henrique/10/02/2012/nao-aprendemos-nem-com-a-dor">baguete.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.abctec.com.br/nao-aprendemos-nem-com-a-dor/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Eles sabem que você está lendo isto</title>
		<link>http://www.abctec.com.br/eles-sabem-que-voce-esta-lendo-isto/</link>
		<comments>http://www.abctec.com.br/eles-sabem-que-voce-esta-lendo-isto/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 10:38:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação ABCTec</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.abctec.com.br/?p=1486</guid>
		<description><![CDATA[Recentemente eu reclamei com o gerente do meu banco que o banco do outro lado da rua deu para minha filha de três anos um cavalinho de brinquedo no exato momento em que ela entrou pela porta — sem pedir nada em troca. Eu perguntei, em tom de piada, quais presentes meu próprio banco ofereceria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente eu reclamei com o gerente do meu banco que o banco do outro lado da rua deu para minha filha de três anos um cavalinho de brinquedo no exato momento em que ela entrou pela porta — sem pedir nada em troca. Eu perguntei, em tom de piada, quais presentes meu próprio banco ofereceria para competir com a afeição que minha filha criou com o concorrente. Aí eu disse “ah, você provavelmente não gosta que eu cite o concorrente quando estou aqui, né?”</p>
<p>Ela me surpreendeu com a resposta. Ela me contou que tem uma poupança no banco concorrente e que ela sempre achou o serviço deles bem bom. Eu fiquei bem surpreso. Por que o gerente de um banco teria uma conta em outro banco na mesma rua?</p>
<p>Ela disse que a maioria dos gerentes que ela já trabalhou tem contas em outros lugares porque eles não querem que seus amigos e colegas do próprio banco tenham acesso à informações pessoais.</p>
<p>A conversa foi um lembrete claro de que problemas de privacidade estão por todos os lados. Toda vez que você compartilha uma informação com alguém ou com alguma instituição, saiba que ela provavelmente será compartilhada de formas que você não imagina.</p>
<p>Nesta semana, a principal história no mundo da internet foi sobre o fato de a rede social móvel Path enviar a listar de contatos de e-mails de seus usuários para seus próprios servidores. A proposta do upload de dados é aumentar a facilidade de encontrar amigos e colegas que também estão usando o Path. O problema é que o Path estava enviando os dados para seus servidores sem que os usuários soubessem. Uma enxurrada de críticas pipocou. E em pouco mais de um dia, o <a href="http://blog.path.com/post/17274932484/we-are-sorry">Path deu sua resposta</a>, eliminando a prática e deletando cada endereço de e-mail que eles já coletaram.</p>
<p>O Path merece créditos pela mudança e pela resposta apropriada e rápida às críticas que enfrentou. Mas o incidente todo foi mais um lembrete de que quase tudo que você faz na internet deixa uma marca em sua privacidade, esteja você consciente disso ou não.</p>
<p>Quando eu ouvi pela primeira vez o plano do Path de deletar cada um dos endereços de e-mail que eles coletaram, eu fiquei pensando se o Facebook também responderia e concordaria em deletar de vez aquelas fotos constrangedoras de 2006 que eu já deletei manualmente seis vezes nos últimos anos. Como foi descoberto recentemente, as fotos que você deleta do Facebook <a href="http://arstechnica.com/business/news/2012/02/nearly-3-years-later-deleted-facebook-photos-are-still-online.ars">nunca são deletadas de verdade</a>. Elas continuam acessíveis por meio de um link direto (claro, por qualquer um do Facebook que tenha acesso às informações). Uma vez que você tenha colocado algo na internet, você deve assumir a ideia de que ela estará na internet, em algum confim qualquer, para sempre.</p>
<p>Talvez isso não seja nada demais quando estamos falando sobre algumas fotos idiotas do colégio que você preferia esquecer. Mas isso vira algo bem grande quando você pensa que quase tudo que você faz ou compartilha na internet está sendo monitorado por alguém.</p>
<p>O caso do Path ganhou proporções grandes porque ela é diferente em duas maneiras. Primeiro, graças a <a href="http://mclov.in/2012/02/08/path-uploads-your-entire-address-book-to-their-servers.html">um cara que escreveu um post em seu blog</a>, todos nós ficamos sabendo que o Path tinha uma política de pegar seus contatos de e-mail sem seu consentimento (e que apps de iPhone permitem com facilidade tal transgressão). E, segundo, após ser confrontada com reclamações válidas, o Path agiu rapidamente para mudar sua política e arrumar seus erros.</p>
<p>Não há nada de muito excepcional em ter a noção de que seus dados estão sendo coletados e salvos, e que cada clique que você dá e cada pedacinho de informação que você compartilha estão sendo monitorados por empresas de internet e pelos marqueteiros que pagam suas contas. Empresas como o Facebook são tão valiosas assim por que elas consegue transpassar de forma efetiva sua privacidade, juntar tudo e criar um retrato seu que pode ser vendido para os anunciantes.</p>
<p>O professor Joseph Turow, da Pensilvânia, <a href="http://www.theatlantic.com/technology/archive/2012/02/a-guide-to-the-digital-advertising-industry-thats-watching-your-every-click/252667/">explica como você é monitorado no mundo moderno</a>.</p>
<blockquote>
<p>Sites, anunciantes, e uma panóplia de outras empresas estão acessando continuamente as atividades, intenções e detalhes de basicamente todo mundo que está online; até mesmo nossas relações sociais e comentários são cuidadosamente e continuamente analisados. De uma forma mais e mais ampla, as conclusões geradas por computador sobre quem nós somos afeta o conteúdo da mídia — o fluxo de mensagens comerciais, ofertas de descontos, informações, notícias e entretenimento — que cada um de nós recebe. Nas próximas décadas, essa lógica de mercado que nos leva a essas atividades adaptadas transformará o modo como nos vemos, vemos aqueles ao nosso redor, e o mundo como um todo. Os governos também terão a possibilidade de usar tecnologias e dados de marketing para influenciar o que vemos e ouvimos.</p>
</blockquote>
<p>Eles estão de olho. E eles sabem que você está lendo isso agora.</p>
<p>E fugir não é tão simples como ficar offline e escapar do monitoramento. Se você receber um cartão-postal sugerindo um exame de câncer de pulmão de seu hospital local, isso não é coincidência. Tudo sobre sua vida offline também está sendo compartilhando entre empresas. Na era da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Minera%C3%A7%C3%A3o_de_dados">mineração de dados</a>, são <a href="http://www.usatoday.com/money/industries/health/story/2012-01-18/hospital-marketing/52974858/1">necessários poucos cliques para juntar informação suficiente</a> para saber sua idade, endereço, salário e dados de seguro para saber se você provavelmente é um fumante e, logo, um bom alvo para uma campanha para exame de câncer de pulmão.</p>
<p>Eu tenho um amigo que colocava em quase todos os formulários — online e offline — um título diferente (Senhor, Senhora, Doutor, príncipe, rei…). Assim, ele mapeou as mensagens que ele recebia baseado naqueles títulos. Com o tempo, ele conseguia dizer com facilidade qual empresa vendeu sua informação para outra empresa.</p>
<p>Hoje, nem vale a pena tentar fazer esse mapeamento. Nós compartilhamos nossos dados com todo mundo, e todo mundo está compartilhando nossos dados com mais um grande outro todo mundo.</p>
<p>É importante analisar o caso do Path em uma perspectiva maior, lembrando a nós mesmos que nós estamos apenas na pontado iceberg da mineração de dados. Com o passar do tempo, quando minha filha de 3 anos tiver a minha idade, ela talvez entre em seu banco e o gerente dirá: “ei, nós não demos um cavalinho de brinquedo para você em 2012?”</p>
<p><em>Dave Pell é um viciado em internet, early adopter e insider. Ele escreve em seu blog, o <a href="http://tweetagewasteland.com/welcome-to-the-wasteland/">Tweetage Wasteland</a>, regularmente.</em></p>
<p>Por Gizmodo em 09/02/2012</p>
<p>Leia no original <a href="http://www.gizmodo.com.br/conteudo/eles-sabem-que-voces-esta-lendo-isto/#more-60359">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.abctec.com.br/eles-sabem-que-voce-esta-lendo-isto/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ameaças virtuais vão se tornar mais perigosas que o próprio terrorismo</title>
		<link>http://www.abctec.com.br/ameacas-virtuais-vao-se-tornar-mais-perigosas-que-o-proprio-terrorismo/</link>
		<comments>http://www.abctec.com.br/ameacas-virtuais-vao-se-tornar-mais-perigosas-que-o-proprio-terrorismo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 18:07:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação ABCTec</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.abctec.com.br/?p=1481</guid>
		<description><![CDATA[Os desafios para a segurança mundial estão mudando de foco. O terrorismo, que sempre foi o maior problema para as autoridades, pode, no futuro, perder esse posto para as ameaças virtuais. Isso porque os ataques hacker estão começando a ter cada vez mais embasamento político e comercial. Durante essa semana, o diretor do FBI Robert [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.abctec.com.br/wp-content/uploads/2012/02/fbi.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1482" title="fbi" src="http://www.abctec.com.br/wp-content/uploads/2012/02/fbi.jpg" alt="" /></a>Os desafios para a segurança mundial estão mudando de foco. O terrorismo, que sempre foi o maior problema para as autoridades, pode, no futuro, perder esse posto para as ameaças virtuais. Isso porque os ataques hacker estão começando a ter cada vez mais embasamento político e comercial.</p>
<p>Durante essa semana, o diretor do FBI Robert Mueller e o diretor da Inteligência Nacional, James Clapper, <a href="http://abcnews.go.com/blogs/politics/2012/01/fbi-director-says-cyberthreat-will-surpass-threat-from-terrorists/">falaram sobre o futuro</a> das ameaças aos Estados Unidos. Eles estimaram que os ataques virtuais vão se tornar mais perigosos que o terrorismo em pouco tempo.</p>
<p>Atualmente, diversas empresas já praticam a espionagem virtual, principalmente a partir de mercados concorrentes. Como os ataques virtuais são invisíveis, muitas empresas ainda não se preocupam com a segurança nessa área. Por causa disso, acabam levando meses, ou até anos para descobrirem que foram atacados e que sua propriedade intelectual pode ter sido roubada.</p>
<p>No último ano já soubemos de brechas de alto nível, como o código fonte da Symantec que foi roubado e os ataques à PSN. Em 2012, o Anonymous chamou a atenção para o problema de segurança na internet e mostra que o FBI tem razão em apostar no crescimento das ameaças virtuais.</p>
<div> </div>
<div>Por Tecmundo em 05/02/2012</div>
<div>Leia no original <a href="http://www.tecmundo.com.br/ataque-hacker/18977-ameacas-virtuais-vao-se-tornar-mais-perigosas-que-o-proprio-terrorismo.htm">aqui</a>.</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.abctec.com.br/ameacas-virtuais-vao-se-tornar-mais-perigosas-que-o-proprio-terrorismo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Tentativas de fraude online quase triplicaram no Brasil em 2011</title>
		<link>http://www.abctec.com.br/tentativas-de-fraude-online-quase-triplicaram-no-brasil-em-2011/</link>
		<comments>http://www.abctec.com.br/tentativas-de-fraude-online-quase-triplicaram-no-brasil-em-2011/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 10:39:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação ABCTec</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.abctec.com.br/?p=1473</guid>
		<description><![CDATA[De acordo com dados do CERT.br, notificações de páginas falsas de bancos e sites de comércio eletrônico cresceram 62% em 2011. O número de incidentes de segurança – quase 400 mil – cresceu quase três vezes ano passado em relação a 2010, mesmo com queda de 20% no último trimestre em relação ao anterior. De acordo com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>De acordo com dados do CERT.br, notificações de páginas falsas de bancos e sites de comércio eletrônico cresceram 62% em 2011.</h2>
<div>
<div>
<p>O número de incidentes de segurança – quase 400 mil – cresceu quase três vezes ano passado em relação a 2010, mesmo com queda de 20% no último trimestre em relação ao anterior.</p>
<p>De acordo com números do Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (<a href="http://www.cert.br/stats/">CERT.br</a>), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), foram mais de 40 mil notificações de tentativas de fraude totalizaram, aumento de 30% em relação a 2010.</p>
<p>As notificações de páginas falsas de bancos e sites de comércio eletrônico (phishing clássico) em 2011 cresceram 62% em relação a 2010. </p>
<p>Os alertas sobre “cavalos de Tróia”, utilizados para furtar informações e credenciais aumentaram apenas 1.5%. No entanto, o número de notificações cresceu 6% em relação ao trimestre anterior e 17% em relação ao mesmo trimestre de 2010.</p>
<p>“Notamos que em 2011 o número de notificações de casos de páginas falsas que não envolvem bancos e lojas online foi três vezes maior do que o de 2010”, afirma Cristine Hoepers, analista de segurança do CERT.br.</p>
<p><strong>Ataques a servidor web</strong><br />Em 2011, houve mais de 15 mil notificações de ataques a servidores web aumento de 78% em relação a 2010.</p>
<p>Nestes ataques são exploradas vulnerabilidades em aplicações web, para então hospedar nesses sites páginas falsas de instituições financeiras, “cavalos de Tróia”, ferramentas utilizadas em ataques a outros servidores e scripts para envio de spam ou scam.</p>
<p><strong>Outros incidentes</strong><br />Em 2011, o CERT recebeu 196 mil notificações que se enquadram na categoria &#8220;outros&#8221;, número 44 vezes maior que o total de 2010 e quase 21 vezes maior do que o último trimestre de 2010.</p>
<p>O maior volume de notificações concentrou-se no primeiro semestre de 2011, sendo que o quarto trimestre apresentou queda de 68% em relação ao terceiro.</p>
<p>Essa queda deve-se, principalmente, à diminuição no número de notificações de máquinas em redes brasileiras tentando acessar arquivos de configuração utilizados por códigos maliciosos.</p>
<p>A maior parte dos códigos maliciosos conta com mecanismos de atualização de sua configuração ou de seu próprio código.  Desde o início de 2011, um grupo europeu vem fazendo esforços para notificar todas as redes que possuem máquinas acessando arquivos de configuração ou atualização. Esse tipo de notificação entra como “Outros” por não se enquadrar em nenhuma outra categoria já pré-definida pelo CERT.br.</p>
<p>Por IDGNoem em 02/02/2012</p>
<p>Leia no original <a href="http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2012/02/02/tentativas-de-fraude-online-quase-triplicaram-no-brasil-em-2011/">aqui</a>.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.abctec.com.br/tentativas-de-fraude-online-quase-triplicaram-no-brasil-em-2011/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ataques para derrubar sites crescem 2.000% em 3 anos, diz pesquisa</title>
		<link>http://www.abctec.com.br/ataques-para-derrubar-sites-crescem-2-000-em-3-anos-diz-pesquisa/</link>
		<comments>http://www.abctec.com.br/ataques-para-derrubar-sites-crescem-2-000-em-3-anos-diz-pesquisa/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 10:47:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação ABCTec</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.abctec.com.br/?p=1470</guid>
		<description><![CDATA[A Akamai, empresa especializada em distribuição de conteúdo e monitoramento de tráfego da internet, publicou o relatório “The State of the Internet” (“Estado da Internet”) sobre dados coletados durante o terceiro trimestre de 2011. Segundo as informações da empresa, o número de ataques de negação de serviço aumentou em 2000% nos últimos três anos. Considerando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Akamai, empresa especializada em distribuição de conteúdo e monitoramento de tráfego da internet, publicou o relatório “<a href="http://www.akamai.com/stateoftheinternet/">The State of the Internet</a>” (“Estado da Internet”) sobre dados coletados durante o terceiro trimestre de 2011.</p>
<p>Segundo as informações da empresa, o número de ataques de negação de serviço aumentou em 2000% nos últimos três anos. Considerando todos os tipos de ataque, os países da Ásia são os maiores responsáveis pelo tráfego malicioso.</p>
<p>O Brasil ficou em sexto lugar na lista de países com a maior quantidade de tráfego malicioso. Em relação ao segundo trimestre de 2011, praticamente não houve mudança na quantidade de ataques realizados a partir de computadores no Brasil. À frente do Brasil estão Indonésia, China, Taiwan, Estados Unidos e Rússia. Os computadores conectados à internet na Indonésia foram a fonte de 14% dos ataques, enquanto os sistemas chineses tiveram participação de 11%. Em afirmações à imprensa, a Akamai atribuiu o aumento de 2.000% às atividades hacktivismo – como o realizado pelo grupo Anonymous – e ataques ligados ao nacionalismo, com um país tentando derrubar a infraestrutura de outro.</p>
<p>Velocidades de conexão</p>
<p>A Akamai ainda analisou a distribuição de velocidades de conexão ao redor do mundo. A média brasileira é 1,9 Mbps (megabits por segundo). O país com a maior média do mundo é a Coreia do Sul, com 16,7 Mbps, seguido de Hong Kong, 10,5 Mbps, e do Japão, com 8,9 Mbps. O relatório mencionou ainda a cidade de Curitiba, no Paraná. A média da cidade, de 3,4 Mbps, seria a maior da América do Sul e maior que a média global, de 2,7 Mbps. Os dados da Akamai analisaram cidades com pelo menos 50 mil endereços IP únicos. Cerca de 900 cidades foram avaliadas. De acordo com o relatório, o país mais lento do mundo é Líbia, com média de 0,3 Mbps e 55% dos internautas com conexões inferiores a 256kbps. Globalmente, apenas 2,5% dos usuários têm conexões abaixo de 256 kbps. No Brasil, 7,4% estão abaixo dos 256 kbps; 32% acessam a internet com velocidades acima de 2 Mbps, enquanto 5,5% dos internautas conta com velocidades de 5 Mbps ou maiores.</p>
<p>Por G1 em 01/02/2012</p>
<p>Leia no original <a href="http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2012/02/ataques-de-negacao-de-servico-aumentaram-em-2000-em-tres-anos.html">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.abctec.com.br/ataques-para-derrubar-sites-crescem-2-000-em-3-anos-diz-pesquisa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ciberataques e malwares avançados aumentarão em 2012, dizem especialistas</title>
		<link>http://www.abctec.com.br/1459/</link>
		<comments>http://www.abctec.com.br/1459/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Dec 2011 12:35:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação ABCTec</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.abctec.com.br/?p=1459</guid>
		<description><![CDATA[Experts em segurança apostam que malwares de derivados de Duqu e Stuxnet ganhem mais espaço e fiquem mais sofisticados no próximo ano. A indústria de segurança em computação espera que o número de ataques de ciberespionagem aumente em 2012 e que os malwares usados para esses propósitos tornem-se cada vez mais sofisticados. Nos últimos dois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Experts em segurança apostam que malwares de derivados de Duqu e Stuxnet ganhem mais espaço e fiquem mais sofisticados no próximo ano.</h4>
<div>
<div>
<p>A indústria de segurança em computação espera que o número de ataques de ciberespionagem aumente em 2012 e que os malwares usados para esses propósitos tornem-se cada vez mais sofisticados.</p>
<p>Nos últimos dois anos, houve um aumento no número de ataques baseados em malware que resultaram no roubo de dados sensíveis de agências governamentais, companhias de defesa, grandes empresas da lista das “500 maiores” da revista Fortune, organizações pelos direitos humanos e outras instituições.</p>
<p>“Eu espero absolutamente que essa tendência continue ao longo de 2012 e adiante”, disse o diretor de segurança e comunicação na companhia especializada Trend Micro, Rik Ferguson. “As atividades de espionagem se aproveitaram, por centenas de anos, de tecnologias de ponta para realizar operações secretas; 2011 não foi o início da espionagem facilitada pela Internet, nem será o final disso”, completou.</p>
<p>Ameaças como o <a href="http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2011/04/07/virus-que-atrasou-programa-nuclear-do-ira-e-uma-ciberarma-diz-hacker-alemao/">Stuxnet</a>, que teria atrasado em vários anos o programa nuclear do Irã, ou seu sucessor, o <a href="http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2011/11/15/depois-do-stuxnet-e-a-vez-de-o-malware-duqu-atingir-o-ira/">Duqu</a>, chocaram a indústria de segurança com seu nível de sofisticação. Os especialistas acreditam que eles são apenas o início e que mais malwares altamente avançados serão lançados em 2012.</p>
<p>“É bastante possível que veremos outras dessas ameaças em um futuro próximo”, disse o diretor de segurança da Symantec, Gerry Egan. O Duqu foi usado para conseguir acesso a documentos de desenvolvimento de companhias que fabricam sistemas de controle industriais e poderia ser um precursor de futuros ataques industriais no estilo do Stuxnet, explicou Egan.</p>
<p>“É provável que novas variações do Duqu farão estrago no início de 2012”, Jeff Hudson, CEO da Venafi, uma provedora de soluções de gerenciamento de certificados e chaves. “Precisamos estar em um novo estado de alerta para proteger nossos recursos e estar mais bem preparados para responder quando as ameaças chegarem.”</p>
<p>No entanto, apesar do surgimento do Stuxnet e do Duqu, os especialistas em segurança não acreditam que o mundo esteja assistindo a uma ciberguerra em progresso. “Para que qualquer ação de oposição receba o título de &#8216;guerra&#8217;, é preciso haver um estado declaro de conflito, e pelo que me lembro, isso nunca aconteceu no caso de CiberGuerra”, disse o professor John Walker, um membro do Security Advisory Group na organização de certificação ISACA.</p>
<p>Países como EUA, Reino Unido, Alemanha, China e Índia estabeleceram equipes  e centros especializados para defender recursos do governo contra ciberataques e até mesmo para retaliar, se necessários. No entanto, determinar quem está por trás das operações hostis na web com certeza é algo impossível na maioria das vezes e esse é apenas um dos problemas. </p>
<p>“Todos os países estão se debatendo com a questão da retaliação”, disse Gerry Egan. “Se um ato ostensivo de ciberguerra aconteceu, como um país pode responder a isso e qual o limite? Qual é uma resposta proporcional?”</p>
<p>Ameaças como o Stuxnet e o Duqu podem muito bem levar a grandes ciberconflitos internacionais no futuro, mas por enquanto as companhias e governos deveriam estar mais preocupadas com ataques de ciberespionagem que usam ferramentas de exfiltração mais simples.</p>
<p>Esses pedaços de malware simples, porém eficientes, são conhecidos na indústria de segurança como APTs (Advanced Persistent Threats) e normalmente são distribuídos por meio de engenharia social. Operation Aurora, Shady RAT, GhostNet, Night Dragon e Nitro, são todos exemplos de ataques APT que foram reportados durantes os últimos dois anos e afetaram centenas de organizações no mundo todo.</p>
<p>O número desses ataques deve aumentar em 2012 e a defesa contra eles exige o treinamento frequente de funcionários e tecnologias de proteção mais agressivas, como aquelas baseadas em “whitelisting”, reputação de arquivos e comportamento de aplicativos.</p>
<p>“As pessoas ainda representam o elo mais fraco em segurança para uma grande quantidade de empresas e essa é a razão pela qual elas se tornam alvos”, disse Ferguson. “O treinamento ainda tem um lugar importante no planejamento de segurança de uma empresa, mas precisa ser algo contínuo, e não apenas um evento único.”</p>
<p>“Até agora fizemos um trabalho muito melhor em solucionar softwares do que pessoas”, disse o CTO da empresa de segurança Imperva, Amichai Shulman. “Passei um tempo no exército tentando educar as pessoas sobre segurança de informação. Não funcionou lá e não vai funcionar em nenhum outro lugar.”</p>
<p>Deveria haver uma mudança nos paradigmas de proteção e um aumento de controle em torno das fontes de dados. Restringir quais aplicativos podem ler determinadas informações e detectar comportamento anormal, como dados sensíveis sendo acessados em horários estranhos do dia ou transferidos em grandes quantidades, é parte da solução, afirma Shulman.</p>
<p>As tecnologias que podem verificar a reputação, idade e popularidade regional de um arquivo, antes de permitir que ele seja executado em um sistema, também podem ser usadas para bloquear APTs que foram desenvolvidas para burlar métodos tradicionais de detecção anti-malware.</p>
<p>“Não há dúvida de que grandes organizações precisam ser muito mais conscientes sobre os efeitos potenciais do malware”, disse Jeff Hudson. “Se essa questão não está na agenda atual da sua diretoria, então ela está sendo negligente”, conclui o especialista.</p>
<p>Por IDGNow em 27/12/2011</p>
<p>Leia no original <a href="http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2011/12/26/ciberataques-e-malwares-avancados-aumentarao-em-2012-dizem-especialistas/">aqui</a></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.abctec.com.br/1459/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>8 tendências das mídias sociais para 2012</title>
		<link>http://www.abctec.com.br/8-tendencias-das-midias-sociais-para-2012/</link>
		<comments>http://www.abctec.com.br/8-tendencias-das-midias-sociais-para-2012/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Dec 2011 13:55:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação ABCTec</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.abctec.com.br/?p=1455</guid>
		<description><![CDATA[É um bom momento para discutir as tendências para o próximo ano. Aqui está o que acredito que deve estar no seu radar. Relatórios para todos os stakeholders. Na conferência PRSA deste ano, tive uma conversa interessante com Dan Tisch, que é o presidente da Global Alliance. Ele disse que alguns países, como a Austrália, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É um bom momento para discutir as tendências para o próximo ano. Aqui está o que acredito que deve estar no seu radar.</p>
<ol>
<li><strong>Relatórios para todos os stakeholders</strong>. Na conferência PRSA deste ano, tive uma conversa interessante com Dan Tisch, que é o presidente da Global Alliance. Ele disse que alguns países, como a Austrália, respondem a todos os seus stakeholders. Isso significa que eles não estão apenas fazendo reuniões com investidores, mas mostrando os resultados para funcionários, clientes, prospects, influenciadores e mais. Isso se tornará uma tendência, especialmente quando os princípios da contabilidade estão buscando incluir a percepção da marca como parte do balanço da empresa. </li>
<li><strong>Convergência da TV social</strong>. Não assisto a televisão, mas existe algo interessante acontecendo com os apps, como o Get Glue. Voce pode fazer o “check in” em um programa de TV e então ter conversas com pessoas em todo mundo sobre o que está acontecendo, e ouvir o que os outros estão dizendo. Ele funciona para musicas e filmes também. Além disso, se os boatos forem verdade e o último projeto do Steve Jobs era o iTV, isso será imenso no ano que vem. </li>
<li><strong>Integração de todas as disciplinas</strong>. Isso é um pouco egoísta da minha parte (lançarei um livro sobre isso), mas a integração será crucial no ano que vem. Hoje falamos sobre mobile, social, marketing, relações publicas, publicidade, mala direta, e-mail, atendimento ao consumidor e vendas, como se eles estivessem trabalhando em silos. Mas 2012 é o ano em que eles precisam se integrar. O atendimento ao consumidor não consegue fazer seu trabalho se não conversar com vendas. O setor de vendas precisa da ajuda das relações publicas. E o mobile não consegue viver sem o marketing. Você verá todas essas disciplinas trabalhando juntas, como se elas estivessem em um circulo, não em silos. </li>
<li><strong>Resultados</strong>. Se você não estiver medindo seus resultados, em dólares e centavos, você deve perder o emprego em 2012. Para fazer isso de maneira eficiente, você precisara aprender sobre marketing, gerenciamento de produtos e contabilidade básica (integração, integração, integração). </li>
<li><strong>E-mail marketing</strong>. Por mais que eu adoraria que o e-mail morresse, cerca de 107 trilhões de e-mails foram enviados em 2010. Ele não irá a lugar nenhum, embora a maior parte de nós (como vendedores) tenha se esquecido dele. Ele não é a novidade brilhante, e é um tipo de indigestão antiga (acho que li que ele está celebrando 40 anos). Mas ainda é bastante eficaz. Todo mundo usa e-mail. Nem todo mundo usa redes sociais ainda. </li>
<li><strong>Comércio social</strong>. Outro dia eu estava na loja da Apple e fiz o check in no Foursquare. Ele me perguntou se eu queria pagar usando o app da Apple. Hum, sim! Especialmente porque era domingo e havia milhões de pessoas lá. Então baixei o app da Apple, escaneei o código de barra, ele me deu o total e eu apertei OK. Ele tirou o valor diretamente da minha conta do iTunes, me enviou o recibo por e-mail, e eu estava pronta para ir embora. O Starbucks faz isso usando seu telefone e seu scanner na registradora. Você verá mais disso no ano que vem. </li>
<li><strong>Novas redes sociais</strong>. Eu sei, eu sei. Precisamos de outra rede social como precisamos de um buraco nas nossas cabeças. Mas existem algumas plataformas legais, como o Pinterest, que estão ganhando tração. Na verdade, recentemente eu estava navegando no meu stream do Facebook e eu vi que o Samuel Gordon Jewelers estava tendo seu primeiro concurso no Pinterest: &#8220;Pin To Win.&#8221; Ainda é muito cedo para ver qualquer resultado, mas tenha certeza de que estou prestando atenção ao que eles (e outros) estão fazendo com isso e outras novas redes sociais. </li>
<li><strong>Da impressão para o tablet</strong>. Recentemente, eu estava navegando na loja de app do George (meu iPad) e eu encontrei o Catalogue. Ele armazena todos os seus catálogos em um app útil em que você pode navegar a qualquer momento. Ele também recomenda catálogos que você deveria estar lendo, baseado nas suas preferências. Minha mãe e eu discutimos seus méritos. Ela gosta da sensação tátil de virar as páginas. Eu acho que ele é muito ecológico e adoro que eles tenham tudo em um só lugar. Você verá uma grande transição da impressão indo para o tablet em 2012. </li>
</ol>
<p>⁂ Texto original em inglês de Gini Dietrich, disponível em <a href="http://www.ragan.com/Main/Articles/44045.aspx">http://www.ragan.com/Main/Articles/44045.aspx</a> </p>
<p>Por iMasters em 23/12/2011</p>
<p>Leia no iMasters <a href="http://imasters.com.br/artigo/23100/tendencias/8-tendencias-das-midias-sociais-para--2012">aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.abctec.com.br/8-tendencias-das-midias-sociais-para-2012/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>2012: O ano em que as máquinas se voltarão contra seus donos?</title>
		<link>http://www.abctec.com.br/2012-o-ano-em-que-as-maquinas-se-voltarao-contra-seus-donos/</link>
		<comments>http://www.abctec.com.br/2012-o-ano-em-que-as-maquinas-se-voltarao-contra-seus-donos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 10:19:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação ABCTec</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.abctec.com.br/?p=1448</guid>
		<description><![CDATA[Para especialistas, a questão não é tão dramática, mas requer atenção. Carros e casas, que passam a acessar a rede, poderão ser explorados por hackers. A ameaça real não é tão dramática, claro – dois anos atrás, algumas pessoas estavam seriamente discutindo a possibilidade de uma catástrofe como essa acontecer. No entanto, se olharmos para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; font-weight: normal;">Para especiali</span><span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; font-weight: normal;">stas, a questão n</span><span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; font-weight: normal;">ão é tão dramática, mas requer atenção. Carros e casas, que passam a acessar a rede, poderão ser explorados por hackers.</span></h2>
<div>
<div>
<p>A ameaça real não é tão dramática, claro – dois anos atrás, algumas pessoas estavam seriamente discutindo a possibilidade de uma catástrofe como essa acontecer. No entanto, se olharmos para 2012, veremos que o temor é menos infundado do que se pensa: nossos eletrônicos tendem a fazer parte de uma rede única: a da nossa casa, com o mesmo endereço IP, e que, portanto, poderiam ser controlados a partir de um dispositivo móvel.</p>
<p>Especialistas em segurança acreditam que 2012 será o ano em que os hackers explorarão coisas do tipo.</p>
<p>“Na busca por dispositivos mais interessantes de se invadir, os adversários migrarão de redes de TI tradicionais para sistemas integrados, que normalmente equipam objetos que usamos com frequência – seu carro, sua casa, o escritório, a TV. Sistemas que estão conectados a uma rede e rodam diversos softwares serão um terreno fértil para cibercriminosos”, disse Anup Ghosh, CEO da Invincea.</p>
<p>Ghosh lembra que pesquisadores da Universidade da Califórnia, de San Diego e de Washington – todas nos Estados Unidos – já demonstraram que é possível invadir um carro a partir do tocador de CD ou da interface Bluetooth. Ele afirma que todo tipo de subsistema do veículo é vulnerável a ataques. Hackers poderiam monitorar seu caminho, impedir que fosse ligado ou destrancar portas.</p>
<p>Já Jason Rouse, principal consultor de segurança da Cigital, afirma que essas descobertas não são tão novas assim.</p>
<p>“Para ser honesto, somos capazes de invadir um carro há mais de uma década”, disse. “Existe um ataque worm em que, só de passar ao lado do veículo, você consegue destravar sua porta. Em geral, isso não é tão interessante para hackers. Muitos só querem ganhar dinheiro”.</p>
<p><strong>Convergência</strong><br />Ainda assim, Rouse também acredita que o perigo tem aumentado, devido à convergência entre os controles da casa, do carro e de dispositivos móveis. “Você pode ligar o carro, travar e destravar portas com seu smartphone. Essa convergência traz, sim, possíveis consequências”.</p>
<p>O risco maior, alegam os especialistas, não está no carro ou na casa, mas nas informações pessoais que seus sistemas podem possuir, como senhas, números de cartão de crédito, entre outras facilmente monetizáveis.</p>
<p>Em relação aos escritórios, Brandon Williams, CTO de Marketing da RSA – divisão de segurança da EMC – diz que a maioria das companhias faz um bom trabalho na identificação de vulnerabilidades que precisam ser corrigidas.</p>
<p>“Nós, inclusive, construímos enclaves no mundo físico semelhantes aos que utilizamos no virtual. Data centers são como cofres, cabines de servidores como armários com fechaduras, e redes Wi-Fi como correntes com cadeado”, explicou.</p>
<p>O próprio Williams, porém, admite que o sistema que controla as fechaduras pode não ser tão seguro. “São como cofres ou, estando próximo a uma cabine de servidores, você conseguirá acessá-los remotamente?”, questiona.  Para ele, o sistema também deveria estar dentro de um cofre.</p>
<p>Gosh destaca que a responsabilidade sobre a segurança da casa e do escritório “pertence aos fabricantes de dispositivos. À medida que elas adicionam recursos de redes a esses equipamentos, também é necessário deixá-los protegidos contras ciberataques”.</p>
<p>Rouse, por sua vez, acredita que o caminho é longo. Sistemas para automóveis e escritórios são “muito atraentes” e vendidos sob uma imagem sofisticada. “A segurança fica em segundo plano”, conclui.</p>
<p>Por IDGNow em 13/12/2011</p>
<p>Leia no original <a href="http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2011/12/12/2012-o-ano-em-que-as-maquinas-se-voltarao-contra-seus-donos/">aqui</a>.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.abctec.com.br/2012-o-ano-em-que-as-maquinas-se-voltarao-contra-seus-donos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Firewalls raramente são auditados, diz estudo</title>
		<link>http://www.abctec.com.br/firewalls-raramente-sao-auditados-diz-estudo/</link>
		<comments>http://www.abctec.com.br/firewalls-raramente-sao-auditados-diz-estudo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 19:35:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação ABCTec</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.abctec.com.br/?p=1438</guid>
		<description><![CDATA[Resultado de estudo recente da Tufin são desanimadores, especialmente considerando as consequências potenciais de processos inadequados no gerenciamento. Aviso: se você é um Chief Security Officer (CSO)  e quer dormir bem esta noite, pare de ler agora. As estatísticas a seguir podem causar pesadelos. Isso porque, a Tufin Technologies, fornecedora de soluções de segurança, aponta em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Resultado de estudo recente da Tufin são desanimadores, especialmente considerando as consequências potenciais de processos inadequados no gerenciamento.</strong></p>
<p>Aviso: se você é um Chief Security Officer (CSO)  e quer dormir bem esta noite, pare de ler agora. As estatísticas a seguir podem causar pesadelos. Isso porque, a Tufin Technologies, fornecedora de soluções de segurança, aponta em pesquisa que três quartos dos profissionais envolvidos na gestão de firewall e em auditoria acreditam que seus processos de gerenciamento de segurança podem colocar a companhia em risco.</p>
<div>
<div>
<p>A empresa entrevistou cem profissionais de segurança de rede e concluiu que os dados são preocupantes, já que os firewalls são a primeira linha de defesa na maioria das redes corporativas. Esse cenário leva a uma pergunta. Que processos esses executivos seguem para confiarem tão pouco no que fazema?</p>
<p>Cerca de 40% dos gerentes de firewall usam ferramenta automatizadas para gerenciar as mudanças de configuração. Fazer esse trabalho manualmente pode ser demorado e propenso a erros. Um terço dos entrevistados diz lidar com 50 ou mais alterações no firewall por semana, e metade dos entrevistados diz que levam uma hora ou mais, às vezes até um dia inteiro, para projetar cada mudança nesse sistema.</p>
<p>O estudo identificou ainda que 80% dos gestores dizem que precisam usar mais de um console de gerenciamento para executar suas tarefas. Pode-se facilmente imaginar como um gerente de segurança que supervisiona um par de firewalls gasta todo seu tempo realizando mudanças, e a falta de tempo pode levar a erros ou descuidos, aponta o levantamento.</p>
<p>Tempo, ou melhor a falta dele, é uma questão real. Quando perguntados qual é o elo fraco da segurança da rede quase 60% dos profissionais ouvidos citam a falta de tempo. Múltiplas respostas foram permitidas nessa pergunta e outro desafio citado por 55% dos gestores de segurança foi processos pobres. Quase metade dos participantes do levantamento apontaram ainda mudanças na configuração.</p>
<p>De acordo com Michael Hamelin, arquiteto-chefe de segurança da Tufin Technologies, uma auditoria &#8220;aumenta as chances de encontrar pontos fracos na postura de segurança e encontrar onde as políticas precisam ser adaptadas.&#8221; Infelizmente, quase 20% dos gestores firewall disseram que eles não relizam auditorias, e 11% não sabem se elas são realizadas na organização. Quase um em cada quatro gerentes disse que nunca realizou uma auditoria do firewall.</p>
<p>Se os firewalls nunca ou raramente são auditados, como é que os gestores de segurança sabem se há erros de configuração ou regras conflitantes, especialmente porque 63% dos entrevistados dizem não usar ferramenta automatizada ou processo para descobri-los?</p>
<p>Como eles sabem quando uma alteração de configuração faz com que o tempo de inatividade de rede represente quebra de segurança? Um em cada quatro gestores identifica esses pontos quando há aumento no número de chamadas de telefone ou e-mails relatando um problema. Um em cada três tem de manualmente solucionar problemas ou identificar possíveis causas de uma ocorrência.</p>
<p>A pesquisa indica ainda que 85% dos entrevistados dizem que atualmente ou em breve vão começar a gerenciar firewalls de próxima geração (NGFWs), que oferecem um nível muito mais fino de granularidade nas regras. Assim, os administradores poderão definir regras explícitas sobre quem tem acesso ao que em aplicações baseadas na web.</p>
<p>Os resultados da pesquisa da Tufin são desanimadores, especialmente considerando as consequências potenciais de processos inadequados no gerenciamento de firewall. O relatório 2009 Verizon Data Breach Incidents Report cita &#8220;erros de configuração&#8221; e &#8220;omissões&#8221; (isso é, a incapacidade de aplicar um patch ou aderir a uma política) como fatores que levam a graves violações de dados. Especialistas de TI esperam que esse seja um alerta para as empresas aprimorarem suas políticas de segurança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por IDGNow em 01/12/11</p>
<p>Leia no original <a href="http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2011/12/01/firewalls-raramente-sao-auditados-diz-estudo/">aqui</a>.</p>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.abctec.com.br/firewalls-raramente-sao-auditados-diz-estudo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Maioria das fraudes são cometidas por funcionários, diz pesquisa</title>
		<link>http://www.abctec.com.br/maioria-das-fraudes-sao-cometidas-por-funcionarios-diz-pesquisa/</link>
		<comments>http://www.abctec.com.br/maioria-das-fraudes-sao-cometidas-por-funcionarios-diz-pesquisa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 14:24:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação ABCTec</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.abctec.com.br/?p=1425</guid>
		<description><![CDATA[Quase 40% das empresas que participou do estudo da consultoria Kroll apontou a complexidade da TI como principal causa da falsificação de dados. As fraudes custaram às empresas 2,1% dos ganhos nos últimos 12 meses, o que em um ano equivale a uma semana de receita, de acordo com uma pesquisa mundial anual sobre fraudes, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quase 40% das empresas que participou do estudo da consultoria Kroll apontou a complexidade da TI como principal causa da falsificação de dados.</p>
<p>As fraudes custaram às empresas 2,1% dos ganhos nos últimos 12 meses, o que em um ano equivale a uma semana de receita, de acordo com uma pesquisa mundial anual sobre fraudes, realizada pela consultoria Kroll, que envolveu mais de 1.220 executivos sêniores ao redor do mundo. </p>
<p>Essa pesquisa também traz dados positivos: o número de fraudes diminuiu no último ano. Entre os entrevistados, 75% relataram algum tipo de golpe, em contraste com os 88% em 2010.</p>
<p>Entretanto, as fraudes continuam sendo trabalhos internos e essa prática tem aumentado, segundo o estudo. Os dados deste ano mostram que 60% dos casos foram cometidos por funcionários das empresas, contra 55% na última pesquisa.</p>
<p>“É importante lembrar que esse número traz apenas os casos em que o responsável foi descoberto”, afirmou o diretor sênior de Bussiness Intelligence e Investigações da Kroll, Richard Plansky. “Acho que é justo dizer que a porcentagem é significativamente alta quando levamos em conta todos os casos. Pelo que temos observado nos últimos anos, esse número é um reflexo de uma economia que é cada vez mais baseada em informação.” </p>
<p>No geral, a preocupação com fraudes subiu 15% entre os executivos em todo o mundo, liderada pelo roubo de informações, corrupção e suborno. Metade das empresas entrevistadas disse que tem vulnerabilidade média ou alta ao roubo de informações, contra 38% em 2010. A complexidade da TI é a principal causa da exposição crescente das fraudes, citada por 36% dos entrevistados em comparação com 28% no ano passado.</p>
<p>&#8220;Em comparação com 10 anos atrás, cada vez mais o valor de uma empresa passa de coisas tangíveis para idéias, e elas tendem a viver em sistemas na forma de dados digitais&#8221;, declarou Plansky. &#8220;É aí que está o valor das companhias e os funcionários têm um acesso tremendo a essas informações. Este é um caso em que a tecnologia é verdadeiramente uma faca de dois gumes. Estes maravilhosos e sofisticados sistemas de TI dão fácil acesso a dados sensíveis a uma ampla gama de empregados. Isso é o lado positivo e também o negativo&#8221;.</p>
<p>De fato, as empresas relataram maior incidência de roubo de informações e dados eletrônicos, incluindo serviços financeiros (29%), tecnologia de mídia e telecomunicações (29%), saúde, produtos farmacêuticos e biotecnologia (22%) e serviços profissionais (23%).</p>
<p>Cerca de uma em cada quatro empresas reportaram ter sofrido roubos físicos de caixa (ativos e inventários ou roubo de informações), porcentagem menor que em 2010. Gestão de conflitos de interesse (21%); fraude de vendedor, fornecedor ou aquisição (20%) e fraude financeira interna (19%), todos apresentaram aumentos notáveis em relação ao ano passado. A incidência de corrupção e suborno quase dobrou, passando de 10% para 19%.</p>
<p>Por IDGNow em 14/11/11.<br />
Leia no original <a href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2011/11/11/maioria-das-fraudes-sao-cometidas-por-funcionarios-diz-pesquisa/">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.abctec.com.br/maioria-das-fraudes-sao-cometidas-por-funcionarios-diz-pesquisa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

